O começo da vida – documentário (direção Estela Renner)

Você já ouviu falar no documentário O começo da vida? Ou você já assistiu o mesmo?

Se você tem filhos, você precisa! Está perdendo a chance de se sentir acolhida e respeitado como mãe, pai, cuidador! De saber que seu papel é muito fundamental para a formação de seu pequeno e que os detalhes farão a diferença em seu desenvolvimento

Existe um trecho, em que uma mãe, que parou de trabalhar, diz que a sociedade a cobra para voltar a trabalhar, como se o que ela fizesse não valesse nada, ou seja, formar/cuidar de uma criança, de seu caráter, não é nada para a sociedade! Essa mãe fala isso com indignação e com toda razão! Você ter escolhido cuidar do seu filho 100% do tempo, exige muitas renúncias e dedicações, do mesmo modo que a mãe que continua a trabalhar fora de casa! 

O documentário traz diferentes situações e formas de cuidar, mas o importante não é se você trabalha fora ou não, mas sim, à dedicação que você vai dar para esta nova vida, para ajudar em seu desenvolvimento!

A humanidade precisa de motivação para cuidar de seus filhos, pois esta parte da vida, está muito automática! As pessoas acham que comprar coisas para as crianças é o importante que vai satisfaer seus desejos! E é totalmente o contrário. Criança precisa de tempo, dedicação, olho no olho, conversas, carinho para poder ser estimulada, entender o mundo à sua volta e ter pessoas como referência para se tornar um cidadão que fará a diferença e um mundo melhor!

“Os primeiros anos são como construir a estrutura de uma casa. Você constrói a estrutura sobre a qual todo o resto se desenvolverá.”(Dr. Charles A. Nelson III, Pediatra Harvard Medical School e Boston Children’s Hospital-o começo da vida)

Uma boa notícia é que o documentário está disponível no netflix!

ocomecodavida.com.br


E para quem quiser mais informações acessem a página do documentário! Também tem facebook, Instagram! 😉

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Ainda estou aqui

Olá! Quanto tempo!?

Sim, eu ainda estou por aqui! 

Dizem que bebês nos dão trabalho e que tomam nosso tempo! Sim, muita verdade nisso, porém quando nossos bebês começam a andar, aí sim é trabalho! 

fonte: pixabay.com


Se você já não conseguia fazer muita coisa antes, agora vai fazer bem menos! Porque eles não param um minuto!

E existe uma regra de ouro: “Se tudo estiver muito quieto, corre porque eles estão aprontando alguma coisa!”

E este tem sido meu motivo do desaparecimento. Minha filha já está andando e é muito ativa! As coisas/brinquedos/músicas logo a entediam e eu não posso ligar o computador, que ela vem correndo pra ver/mexer nele! Preciso de muito malabarismo para conciliar as coisas, principalmente as que não são obrigação!

Mas vou tentar retomar os post!
Ah segredinho: também sumi porque o pouco tempo que me resta, eu estava/estou aprendendo a fazer trico! 😉

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Cinematerna x bebê de um ano

Um dos meus primeiros posts aqui no blog, foi sobre o cinematerna! Se você ainda não leu, clique aqui: https://ihvireimae.com.br/2015/11/26/cinematerna/

E hoje, eu fui repetir esta experiência que tive, e que foi muito boa! Mas agora a minha filha já tem um ano e um mês, não quer mais ficar no colo, foi um desafio!

Fui encorajada por uma das moças do projeto, porque eu disse na entrada que a Gabi estava agitada, mas ela disse: não tem problema! Ok, eu entrei! 

A Gabi é louca por criança, já começou a querer interagir na fila, imagina quando entrou e viu um monte de bebês? Pronto, quis ficar brincando, andando, falando, gritando…Rs! Tinha uma mãe, com um filho da idade da Gabi mais ou menos, na parte da frente, ela também sofrendo pra fazer ele se acalmar, pensei, vou lá e as crianças interagem. Foi uma boa ideia, para os dois, porque para nós mães…Rs! A Gabi quis (e comeu um monte) da pipoca do menino, brincaram, engatinharam, sem sossego. A Gabi engatinhava entre as fileiras vazias e andava pendurada nas cadeiras, subiu todas as escadas do cinema e a mãe (eu!!!!) ia atrás, agachada, de joelhos, etc!

Ah, e o filme? Era Mogli o menino lobo, mas o nome do filme é tudo o que sei, porque eu não consegui ver nada e acabei desistindo da sessão, para deixar os pais que estavam com os bebês tranquilos, terminarem de ver a sessão, sem essa mãe doida andando pra lá e pra cá no cinema!

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Para que serve o cueiro?

Quando você busca lista de enxovais na internet, com certeza um dos itens que você vai encontrar nela é um tal de cueiro!

Mas afinal, o que seria um cueiro e para que ele serve?

Um cueiro é um pano, normalmente de algodão, bem confortável e grande, para que você possa enrolar seu bebê nele!

Existem cueiros simples, com estampas, com flanela e sem! O importante é você saber que é um dos itens que você certamente vai usar e bastante nos primeiros meses!

Muitas mães utilizam para acalmar seus bebês, para fazer eles pararem de chorar ou para ajudar durante uma crise de cólicas! Como?

Você vai abrir o cueiro e enrolar seu bebê nele, como se fosse um sushi…risos! Assim, os movimentos do seu bebê irão ficar limitados, assim como era no seu útero e para muitos bebês isso funciona como mágica! Porém, para alguns não resolve não! Minha filha por exemplo, nunca gostou de ficar no cueiro. Ela sempre gostou de ficar com os braços para cima na hora de deitar e dormir!


Você provavelmente, também irá utilizar durante o banho do seu bebê, durante o primeiro mês, porque para o bebê não se assustar ou sentir frio, primeiro você irá larvar a cabeça dele e o restante do corpo ficará enrolado no cueiro, que você pode retirar dentro ou fora da água! No YouTube existem alguns vídeos da hora do banho, explicando este método! E foi o que aprendi no hospital! Ainda bem, porque nos primeiros banhos  era uma choradeira só! E se não fosse esse método, talvez eu teria ficado insegura para dar banho na minha filha! E, pelo contrário, desde o primeiro dia dela em casa, quem deu banho fui eu!

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Para que serve o cueiro?

Quando você busca lista de enxovais na internet, com certeza um dos itens que você vai encontrar nela é um tal de cueiro!

Mas afinal, o que seria um cueiro e para que ele serve?

Um cueiro é um pano, normalmente de algodão, bem confortável e grande, para que você possa enrolar seu bebê nele!

Existem cueiros simples, com estampas, com flanela e sem! O importante é você saber que é um dos itens que você certamente vai usar e bastante nos primeiros meses!

Muitas mães utilizam para acalmar seus bebês, para fazer eles pararem de chorar ou para ajudar durante uma crise de cólicas! Como?

Você vai abrir o cueiro e enrolar seu bebê nele, como se fosse um sushi…risos! Assim, os movimentos do seu bebê irão ficar limitados, assim como era no seu útero e para muitos bebês isso funciona como mágica! Porém, para alguns não resolve não! Minha filha por exemplo, nunca gostou de ficar no cueiro. Ela sempre gostou de ficar com os braços para cima na hora de deitar e dormir!

Você provavelmente, também irá utilizar durante o banho do seu bebê, durante o primeiro mês, porque para o bebê não se assustar ou sentir frio, primeiro você irá larvar a cabeça dele e o restante do corpo ficará enrolado no cueiro, que você pode retirar dentro ou fora da água! No YouTube existem alguns vídeos da hora do banho, explicando este método! E foi o que aprendi no hospital! Ainda bem, porque nos primeiros banhos  era uma choradeira só! E se não fosse esse método, talvez eu teria ficado insegura para dar banho na minha filha! E, pelo contrário, desde o primeiro dia dela em casa, quem deu banho fui eu!

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As mamães também precisam de cuidados!

Não é apenas no pós parto que precisamos de cuidados! Sim, os primeiros quarenta dias são cruciais para uma boa recuperação, mas o que nos espera depois destes dias, são situações que exigem muito mais, tanto psicologicamente, como fisicamente!

Nós mulheres, somos fortes! E de longe podemos ser consideradas o sexo frágil, acredito que isto é apenas um adjetivo nos dado, devido a maioria de nós ter um físico mais delicado que o dos homens, porque aguentamos muito mais que os homens (aos leitores homens, calma, isto não é um post feminista 😉): aguentamos mais as dores, as pressões, as noites mal dormidas, as alterações de hormônios, os pesos de nossos filhos, os palpites de como devemos criar ou não nossos filhos, a pressão por ser uma boa mãe, e por aí vai!

A mãe, além de toda a preocupação  com o bem estar e criação dos filhos, tem a preocupação com os cuidados com o marido, casa, trabalho e por último com ela mesma!

Porque todos esperam os cuidados e a preocupação das mães, mas e quem cuida delas? Quem se preocupa com elas? No máximo, a sua própria mãe é quem vai se preocupar com você ou o seu marido vai te perguntar se está tudo bem, se não tiver cuecas limpas na gaveta ou se o jantar for um miojo!

No demais, minha cara amiga mamãe, você vai carregar todo o peso em ser mulher e mãe sozinha! De vez em quando uma bagagem vai cair pelo caminho, uma casa vai ficar sem varrer, um arroz vai queimar e o batom você vai esquecer de passar para sair! E mesmo assim, você vai continuar cuidando de tudo e de todos, porque talvez o adjetivo frágil, não seja pela fraqueza em não conseguir fazer as coisas, mas sim, em ver as coisas para serem feitas e não conseguir se negar a fazer/ajudar/cuidar! Talvez somos frágeis em relação aos outros, em ser sensível ao próximo!

 

fonte: pixabay.com

 

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Será que o bebê me entende?

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Fonte: pixabay.com

Sim, o bebê entende o que você quer transmitir à ele. Talvez ele não entenda muito bem suas palavras, mas desde muito novo o bebê sabe reconhecer em seus gestos (principalmente) o que você quer dizer. Seja o carinho, o amor, a ansiedade, o estresse, a paciência ou a falta dela. O bebê é um ser muito frágil e sensível e desde o momento em que ele esta sendo gerado, dentro da barriga da mamãe, ele requer momentos de atenção e cuidado, principalmente de palavras de conforto e carinho. Ao sair da barriga, principalmente e mais que tudo, ele precisa se sentir amado e cuidado, principalmente pela mamãe, que apesar de todo o cansaço, deve transmitir ao bebê o quanto ele é amado e pode confiar nela. Por isso, conversar com o bebê, ajudará ele a se tornar uma criança menos ansiosa e mais comunicativa.

E além das palavras, o que eu diria por experiência, que o mais importante é a demonstração de seu amor e cuidado. Repare em seu filho durante as brincadeiras, ele certamente vai parar o que esta fazendo para olhar para você, para ver se você esta prestando atenção nele e se aprova o que ele esta fazendo. Além de reproduzir os gestos que você faz para ele. Se você dizer que algo não pode ser feito, como mexer na tomada por exemplo, repare que o pequeno dará meia volta, olhará para a tomada e reproduzirá o não que lhe foi dito anteriormente, apesar de quase sempre ele voltar a fazer o ato novamente.

Seu filho vai te entender sim, se você além de palavras demonstrar com gestos o que você realmente quer dizer à ele. Por isso, o ambiente em que o bebê vive, e as crianças também, vão refletir em sua saúde emocional, se há estresse, brigas, etc,  a criança certamente irá replicar o que vivência em gestos mundo à fora!

 

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